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sábado, 11 de agosto de 2012

Quem me dera encontrar o verso puro...


Do teu deslumbramento
pelo Poeta,
do teu encantamento
pelo Homem,
nasceu o verso puro,
um grande amor!

Senti em ti
a Luz que me faltava
que me daria paz e amor!

Tanto que nos amámos
e nos entregámos
a um amor ardente
com a paixão latente!

Tu e eu
aos olhos do mundo
vivemos
as raízes desse amor,
que deixou marcas
em nossos corpos
nunca desvanecendo,
porque choramos
isto que sentimos:
angústia, nostalgia,
desejo de reviver
e partilhar esse grande amor!

Quem sabe...

José Manuel Brazão

Poema baseado na seguinte frase:
"Quem me dera encontrar o verso puro, o verso altivo e forte, estranho e duro, que dissesse a chorar isto que sinto!"

Zé,
De todos os teus poemas, este é um dos que fizeram
emocionar... de tão puro que é!
Bendita fonte onde bebeste para te inspirares.
Beijos.
Maria Valadas

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