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terça-feira, 3 de abril de 2012

Oi amor que saudades


É um amor sem limites,
sem hesitação,
bebendo as tuas palavras,
a tua dedicação,
o teu amor em silêncio,
por vezes escondido,
outras vezes assumido!

Ninguém roubará
este amor que corre,
que se alimenta em nós!

Oi amor, que saudade
e prisioneiros deste amor,
com futuro desejado!

José Manuel Brazão


[...]

Soprou um forte vento
E dissipou as nuvens
Que teimavam
sombrear nosso amor
Sem limites.
Esse amor assim:
Por vezes escondido
Outras vezes assumido.

Emergiu, com tudo!
Do coração
E feito sonho adormecido
Despertou pra vida.

Oi amor, que saudade!
Encontrei-te em meus sonhos
E tomei-o em meus braços
Num abraço bem demorado
E não menos apertado.

Em êxtase tateei seus lábios
Acariciei sua face.
E feito água do rio e do mar
se encontrando,
acordei do sonho.

Ai amor! Que saudades!

Sueli Rodrigues

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