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sábado, 19 de outubro de 2013

As árvores morrem de pé!

Já tanto caminhei,
muito conheci e vivi.
Sei dos sabores
e dissabores que a vida nos dá;
aprendi a viver!

Uma busca constante
de aperfeiçoamento
mesmo que custe sofrimento!

Luto
pela igualdade,
pela diferença
num misto de
tolerância,
compreensão
e perdão
que não têm preço para mim!

Quando partir
para além do azul
nessa estrada sem fim
quero ser como se fosse árvore;
as árvores morrem de pé!
José Manuel Brazão

A todos os que passaram pela minha existência nesta Vida!

Amigo Zé!
Creio que existe um pedacinho desse poema para esta amiga brasileira já que estou passando na tua vida rsrs.
Um lindo poema retratando um pouquinho do teu ser e do que gostarias de transformar pelos caminhos onde passas.
Mas deixa isso de morrer como árvore para outra história, ainda vais escrever muito para nosso deleite.
Belo muito belo!
Bjos
Carol

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