quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Noite de Natal
Estou sózinho,
triste
e amargurado.
Faço o meu caminho,
com mais dificuldade,
parecendo atordoado!
Estou num deserto
ao cair da noite,
não vejo ninguém,
por perto.
Olho ao meu redor,
vejo pegadas na areia.
Fico ansioso
porque as pegadas:
são as minhas pegadas.
Que dor, Senhor!
Palpita meu coração,
que procura
a minha dignidade,
não por compaixão,
mas por solidariedade.
Pura desilusão,
para quem respeita,
o amor,
o solidário amor…
José Manuel Brazão
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Na alma do Poeta
Nem sempre a coragem
Minha Mãe e a Poesia
está em mim
e nela tento buscar
as forças que preciso.
Choro em silêncio
lágrimas ocultas
na alma do Poeta.
E em noites sem Lua
vem uma Luz iluminar
o meu coração de Homem
e Deus enxugar essas lágrimas,
deixando lágrimas do Poeta,
serem de alegria, alegria pensando
em quem lê a sua Poesia!
Minha Mãe e a Poesia
serão sempre amor eterno!
José Manuel Brazão
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Nosso sofrer pela distancia
Se eu pudesse …
vestia o teu corpo
de rosas vermelhas!
Olhava-te,
seduzia-te …
Ao meu redor,
exalava do teu corpo,
o aroma das rosas.
Desse corpo
de incontida paixão,
tirei uma a uma,
cada rosa vermelha.
Teu corpo ficou belo,
muito belo …
sofri,
perante o meu oásis!!!
José Manuel Brazão
vestia o teu corpo
de rosas vermelhas!
Olhava-te,
seduzia-te …
Ao meu redor,
exalava do teu corpo,
o aroma das rosas.
Desse corpo
de incontida paixão,
tirei uma a uma,
cada rosa vermelha.
Teu corpo ficou belo,
muito belo …
sofri,
perante o meu oásis!!!
José Manuel Brazão
domingo, 6 de dezembro de 2015
Coisas da Vida
Há coisas que nos levam,
pela entrega que demos,
usando empenho,
carinho, amor
como se fossem um filho!
Assim uso na vida
as forças e os sentimentos
para o desempenho
de missões no meu caminho!
Dou tudo de mim,
o corpo e a alma,
sempre com um sorriso
no equilíbrio
do querer, do acreditar
para servir causas
a bem do próximo,
para meu contentamento
e encantamento!
Quando se aproxima o fim,
meu corpo dói,
minha alma sofre;
um pouco de mim
é levado,
perco – talvez- o meu EU
e hesito se recupero
ou se não devo olhar para trás!
E na memória do tempo
apenas sereno,
porque o que perdi
já não é meu,
mas pertence
ao Universo!
José Manuel Brazão
usando empenho,
carinho, amor
como se fossem um filho!
Assim uso na vida
as forças e os sentimentos
para o desempenho
de missões no meu caminho!
Dou tudo de mim,
o corpo e a alma,
sempre com um sorriso
no equilíbrio
do querer, do acreditar
para servir causas
a bem do próximo,
para meu contentamento
e encantamento!
Quando se aproxima o fim,
meu corpo dói,
minha alma sofre;
um pouco de mim
é levado,
perco – talvez- o meu EU
e hesito se recupero
ou se não devo olhar para trás!
E na memória do tempo
apenas sereno,
porque o que perdi
já não é meu,
mas pertence
ao Universo!
José Manuel Brazão
Vestes o silencio e amas!
Nasceu este amor
como gratidão ao Sol!
Iluminou nossas almas
que andavam desavindas.
Cresceu este amor,
entre lágrimas e sorrisos.
Dei-me todo a esta paixão,
que não pára
neste palpitante coração!
Choras, porque o desejas,
mas …
Vestes o silêncio
e amas …
Guardas para ti
este amor,
esta loucura,
esta paixão...
... e a tua alma
está sempre em mim!
José Manuel Brazão
como gratidão ao Sol!
Iluminou nossas almas
que andavam desavindas.
Cresceu este amor,
entre lágrimas e sorrisos.
Dei-me todo a esta paixão,
que não pára
neste palpitante coração!
Choras, porque o desejas,
mas …
Vestes o silêncio
e amas …
Guardas para ti
este amor,
esta loucura,
esta paixão...
... e a tua alma
está sempre em mim!
José Manuel Brazão
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Flor do meu pema
Todos os dias te contemplo
em minhas mãos, te acaricio
como a flor do meu poema
uma flor mulher
que invade minha alma e instintos,
e vejo despida em poema!
Sinto o teu desejo
reflectido em meus versos,
pulsando esse coração
entre as tuas pétalas,
pétalas de amor,
que deixa o poeta em dor
por sentir o teu aroma
e não sentir o teu corpo...
apenas a essência...
José Manuel Brazão
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Vejo a luz do SOL
Tanto pedi,
que Ele ouviu;
o que era uma tormenta,
passou a serenidade.
Precisei de tempestade,
para ver a luz do Sol,
como há muito não via!
Só os desencontros
nos levam aos encontros:
connosco!
Quero a essência do amor,
para os que me amam,
os que se aproximem,
de mim...
Não quero confusões,
apenas Amor
e tudo, mas tudo,
que me faça viver,
com alegria a vida,
vendo a luz do Sol!
José Manuel Brazão
que Ele ouviu;
o que era uma tormenta,
passou a serenidade.
Precisei de tempestade,
para ver a luz do Sol,
como há muito não via!
Só os desencontros
nos levam aos encontros:
connosco!
Quero a essência do amor,
para os que me amam,
os que se aproximem,
de mim...
Não quero confusões,
apenas Amor
e tudo, mas tudo,
que me faça viver,
com alegria a vida,
vendo a luz do Sol!
José Manuel Brazão
terça-feira, 24 de novembro de 2015
Nas maos do Poeta
Nas mãos do poeta
existe a voz do coração.
Mãos com vida,
que choram, riem,
levam amor
ao coração da Mulher,
com versos floridos
de rosas
amarelas, vermelhas,
são rosas
do jardim do encanto,
junto do lago da paixão!
E nesta missão
sua alma se eleva,
outras acalma
por ser mensageiro
de amor nos versos
do seu coração poeta!
José Manuel Brazão
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Teu corpo e tua alma
Brilha o Sol
e sorri a Lua,
quando ele parte
e ela chega,
entre um por-do-sol
e o nascer dum luar,
nossos corpos
se juntam e ficam
num só corpo
com almas gémeas!
Assim é o nosso amor,
com os momentos de prazer
e o prazer de vivermos
nesta Vida uma constante paixão
e um amor sem limites!
José Manuel Brazão
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