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sábado, 15 de março de 2014

Um coração só nosso!

Um amor assim,
vivido e alimentado por nós,
só de quem ama com alma!

Um amor
no tempo em silêncio,
na memória do tempo,
com lágrimas guardadas na alma
e outras escondidas na sombra da Lua!

No resto do nosso caminho,
até final desta vivência,
amar-te-ei para sempre,
meu coração é teu
e sabes disso!



José Manuel Brazão

Mar imenso

Olho para o mar,
perco o horizonte!
 Mar imenso
que nos distancia,
mas não nos afasta!

Nosso amor
conhece o mar,
navega nele
todos os dias
da nossa vida!

Não haverá
naufrágio
e chegará a bonança,
as águas acalmarão,
e o meu coração,
liberto da tempestade,
esperará com esperança,
o dia
em que o mar imenso
nos aproximará,
para sempre,
para sempre, meu amor!

José Manuel Brazão

sexta-feira, 14 de março de 2014

Deixemos amanhecer

Como  é bela a Vida,
que me permite viver,
sentir e amar
essa flor que cresce em mim
cada vez mais viçosa,
graciosa,
recebendo esse Sol
e doando a Luz,
que aquece o coração
e ilumina o meu amor!

Flor do meu jardim,
jardim do  encanto,
banhado pelo lago da paixão!

José Manuel Brazão

Marcas da paixão



Tu mulher de paixão
eu suando amor,
deu um grande amor!

Vivemos este amor
em nossos silêncios,
com sofrimentos,
com lutas interiores,
mas com corações
entregues a este amor,
arrebatador,
lindo e profundo
que nasceu
de uma linda
e mágica paixão!

José Manuel Brazão

quinta-feira, 13 de março de 2014

Primaveras passadas

Primaveras passadas
com flores e amor,
neste jardim do meu encanto,
que é a Vida por mim vivida,
não olhando para trás
com saudosismo,
mas caminhando
com a ansiedade
desse futuro que me espera!

Primaveras passadas
com alegrias e tristezas necessárias
ao meu viver autêntico
e que fez de mim quem sou!
Um homem que ama a Vida
e todos os que passem
pela sua existência na Terra!

Primaveras passadas
com pensamento constante
de Paz, Harmonia e Amor!

José Manuel Brazão



quarta-feira, 12 de março de 2014

Sorrindo

Escrevi muito,
sobre o amor,
paixões,
alegrias e tristezas,
pensamentos,
reflexões.

Emoções,
muitas emoções!

De tudo um pouco,
das coisas da Vida!

Tudo ficará
e repousarei
nos meus singelos poemas;
quem os ler
ou reler,
sentirá a minha presença,
sorrindo para cada um…

José Manuel Brazão

terça-feira, 11 de março de 2014

Nasce o dia...

Há muito tempo
que vejo o Sol nascer…
Já nem me lembro
quando foi…!

Nem sempre
ele me sorri,
por vezes
 parece cinzentão,
mas quase sempre,
brilha e aquece
o meu coração!

Tu
minha alma querida,
ficas triste,
muito sofrida,
incompreendida!

O teu amanhecer,
nem sempre é igual.

Eu
com fé inabalável,
vejo mais perto
o teu desejado Sol;
Sereno, digo-te:
chegará o teu amanhecer!


E eu
distante mas próximo,
verei e sorrirei
quando esse amanhecer chegar...

José Manuel Brazão

Este amor não pára...

Abraço-te com fervor.
contemplo-te e sinto
cada vez mais amor!

Meus braços
aconchegam o teu corpo,
minhas mãos
acarinham-te,
mimam-te!

Dos teus olhos
correm lágrimas,
que recolho-as
p’ra minha memória.

Teus lábios ficam trémulos,
sorrimos, beijamo-nos,
continuamos abraçados,
como se fossemos
donos do tempo, da vida.

Os teus olhos
continuam brilhantes,
vejo-me neles…

Nossos lábios
voltam a beijar-se,
com volúpia,
 amor, ternura,
 loucura,
sentindo-nos partir
até ao tecto do amor!

Este amor não pára,
com momentos belos,
momentos felizes,
que ninguém nos roubará!

José Manuel Brazão

Um coração que canta e encanta


Existe o dia e a noite
nesta nossa vida
de amor
num só corpo e alma,
alma gêmea!

Teu coração
pulsa, canta
e encanta
com hinos de amor!

Na memória do tempo
ficará esse amor
que ele derrama
e eu recebo e guardo
como presente divino!

Por ti e em ti
ficarei em teu colo
ouvindo sereno
esses cantos
e encantos
das tuas melodias de amor!

José Manuel Brazão

domingo, 9 de março de 2014

Ouço chuva, limpo lágrimas!



No silêncio da noite,
ouço chuva,
sinto-me triste,
e pelo meu corpo
correm saudades
de tudo
e de todos…

Neste silêncio
nascem coisas belas,
como se me asfixiam as ideias,
que me contrasta
com o que sou,
ficando perdido,
sem saber para onde vou…

Luto com este silêncio,
ouvindo a chuva!
Misturo-me com ela,
para que lave meu corpo,
me purifique!

Vou andando,
aceito a chuva,
como uma bênção,
pelo amor
que tenho dentro mim,
que não se cansou,
de amar tanto;

Meu pobre coração,
que tanto aguenta
de resignação,
pelos esquecidos
e pelos não queridos.

Pela minha face
escorre chuva e lágrimas.

Continuo a ouvir
e a sentir a chuva
e limpo as lágrimas…

José Manuel Brazão