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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Relembrando: Nas mãos do Poeta


Nas mãos  do poeta
existe a voz do coração.
Mãos com vida,
que choram, riem,
levam amor
ao coração da Mulher,
com versos floridos
de rosas
amarelas, vermelhas,
são rosas
do jardim do encanto,
junto do lago da paixão!

E nesta missão
sua alma se eleva,
outras acalma
por ser mensageiro
de amor nos versos
do seu coração poeta!

José Manuel Brazão

Anna
Diante do grande talento que és e alma de inspiração invulgar, junto o meu poema singelo
ao teu poema-presente para que eles fortaleçam no Tempo nossas Vidas e a Poesia.
Beijo grande


Mãos que falam, sem dizer
nas tuas mãos tem vida,
vida transmitida em versos

Mãos benditas, que dão afeto
generosas mãos de homem,
que tecem letras encantadas

Mãos do amor, tocam no fundo
na alma da flor, benfeitor
trata da terra com ardor...

Dor...

Mãos que por vezes choram,
descrevendo lágrimas rimadas
na esperança de acalmar a alma

Mãos mensageiras do peito,
traduzem o coração da Mulher
-flores no jardim de teu amor-

Mãos iluminadas, tens na vida
missão certa: levar amor aos versos,
Ser o espelho do coração poeta!

Anna Carvalho

Um pequeno carinho meu diante de tudo que tens feito por mim,
por sua grandeza de alma, amor incondicional, pelo apoio na poesia
e na vida pessoal. Te agradeço!
Beijão
Anna.

3/Março/2012

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Teu destino!


Sonhaste,
viveste
e assim será!

Na vida sofreste,
uma mão te levantou,
andaste
e correste de alegria!

Alegria,
muita alegria,
benditas lágrimas
a lavarem tua Alma!

Hoje
recordas feliz,
esse momento
que marcou
- para sempre –
o teu corpo
e a tua alma!

Por momentos
olhas o Céu
procurando o teu Anjo.

Ele vem

- não te abandono -procuras
o teu caminho,
e ele indica-te:
é o da gratidão,
com muita Luz,
Paz e Amor!

José Manuel Brazão

Lindo... lindo! A gratidão e humildade são adjetivos de pessoas iluminadas, de anjos em forma de gente!Parabéns, Zé!
Patrícia Ximenes


http://www.youtube.com/watch?v=2z77Jp_UcfM&feature=player_embedded 

Nasce o dia...


Há muito tempo
que vejo o Sol nascer…
Já nem me lembro
quando foi…!

Nem sempre
ele me sorri,
por vezes
 parece cinzentão,
mas quase sempre,
brilha e aquece
o meu coração!

Tu
minha alma querida,
ficas triste,
muito sofrida,
incompreendida!

O teu amanhecer,
nem sempre é igual.

Eu
com fé inabalável,
vejo mais perto
o teu desejado Sol;
Sereno, digo-te:
chegará o teu amanhecer!


E eu
distante mas próximo,
verei e sorrirei
quando esse amanhecer chegar!

José Manuel Brazão

Não deves fugir...


Vieste ao meu encontro:
ficaste!
Passei a viver
cada dia, cada hora,
com o reencontro.


Ganhámos afinidades,
e se não há reencontro,
sentimos saudades.


Eu estou aqui
e tu aí …
Um distante tão perto,
separado pelo tempo,
unido pelo pensamento.


Na vida,
cada um no seu caminho,
na ânsia,
dos caminhos se cruzarem.


Na vida,
cada um sonha com a felicidade,
vive com a saudade,
dum novo reencontro.
Ainda não quero partir;
não podes,
não deves fugir …


José Manuel Brazão

Uma alma amanhecendo


Hoje meu dia amanheceu triste
Talvez seja o sol que não apareceu
Cai uma chuva fina lá fora
Em mim escorrem rios de lágrimas

Minha alma se encostou a um canto
Não quer mais sair de lá
Tenho pena dessa alma que chora
E nem sabe quando vai parar.

regina ragazzi

[....]

O nosso amanhecer será radioso,
nascerá dentro de ti
e passarei a vivê-lo!

O anoitecer não o verei,
esquecerei!

Nosso amor estará vivo,
com o amanhecer,
após outro amanhecer…
… e assim será…
até sempre!

José Manuel Brazão


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Amar-te-ei para sempre!


Um amor assim,
vivido
e alimentado por mim,

de quem ama com alma!

Um amor
no tempo em silêncio,
na memória do tempo,
com lágrimas
guardadas na alma
e outras
escondidas na sombra da Lua!

No resto do meu caminho,
até final desta vivência,
amar-te-ei para sempre!

José Manuel Brazão


Um amor que não partiu!


Por tempos esteve adormecido
como se tivesse partido
e nós vagueando no tempo,
na Vida por aÍ...
Mas não partiu,
e deixou uma luz,
em que nada é certo;
apenas a morte!
Vi primeiro a luz,
porque em mim
a chama nunca apagou,
nunca partiu com esse amor!
Em ti sempre ficou
o pulsar do teu coração
na procura da razão,
no refúgio em silêncio,
que doi muito,
que faz sofrer
e o amor sempre atento,
nos acorda para o anseio,
que luta
com nossos corpos
e serena as nossas almas,
abrindo o caminho
para uma nova reflexão:
Um completa o outro?

José Manuel Brazão

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

As palavras que pairam ti!



Palavras que pairam na tua alma,
percorrem as tuas veias,
escorrem pelas tuas mãos
e chegam a nós por e com amor!
E nesse teu encontro
de amor, muito amor
com a Vida e a Poesia
sorris encantada,
porque sentes
 tua alma alimentada
pelo teu querer e sentir
ser Poeta!

José Manuel Brazão

O coração que canta e encanta!



Existe o dia e a noite
nesta nossa vida
de amor
num só corpo e alma,
alma gêmea!

Teu coração
pulsa, canta
e encanta
com hinos de amor!

Na memória do tempo
ficará esse amor
que ele derrama
e eu recebo e guardo
como presente divino!

Por ti e em ti
ficarei em teu colo
ouvindo sereno
esses cantos
e encantos
das tuas melodias de amor!

José Manuel Brazão

domingo, 20 de janeiro de 2013

Relembrando: Flor do poema


Queria ser apenas a flor,
para nas mãos daquele poeta
morrer de tanto amor.
De suas melodias ser a orquestra,
as notas, as letras, o ritmo
e o motivo a compor.

Para o poeta eu queria
ser de sua poesia a flor.
Renascida, convergida
à contemplar a fantasia
nos enredos de amor

Em sua boca seria o absinto,
entorpecendo lentamente os sentidos.
Do corpo seria sua alma e instintos,
à ministrar no silêncio da pele
por minha carne os desejos e vícios.

Desejaria ser do versar a musa,
nua de pele, vestida de letras
um poema em Mulher
a vida despida em poema.
Como o rio desaguando em mar aberto,
carregando na cor dos olhos dilemas.

Descreveria a pele vestida em mim
na poesia do poeta o desejo.
Do carmim de meus lábios
agregado ao doces dos beijos,
o arrepio sentido na pele
ao reagir a língua que a boca interpele
os inúmeros devaneios...

Queria ser princípio e fim.
A inspiração, as rimas, os versos,
os corretos e avessos confessos.
A sedução em contexto e reflexo,
daquele que poeta Hortênsias
sublimadas em delicados aspectos.

Queria ser do poema àquela flor,
para que no peito e nas mãos do poeta
pudesse viver descrita nos versos
que seu amor à inspiração confessou.

Anna Carvalho
em participação especial

[....]

Todos os dias te contemplo
em minhas mãos, te acaricio
como a flor do meu poema
uma flor mulher
que invade minha alma e instintos,
e vejo despida em poema!

Sinto o teu desejo
reflectido em meus versos,
pulsando esse coração
entre as tuas pétalas,
pétalas de amor,
que deixa o poeta em dor
por sentir o teu aroma
e não sentir o teu corpo...
apenas a essência...

José Manuel Brazão