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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Histórias!!!

Na vida
existirão histórias,
sempre!

Uns
serão bons contadores
outros
péssimos actores!

Mesmo assim,
não deixarão
de ser histórias…
... sorrio com pena ...
pobres coitadas(os)!!!

José Manuel Brazão

Na busca da felicidade


Durante esta passagem pela Terra que a tenho procurado, mas não a tenho encontrado e muito menos conquistado. Já cheguei a pôr em dúvida a sua existência ou que se tratasse duma miragem, dum mito!

Lendo recentemente pensamentos de humanistas que sempre admirei, parei e reflecti sobre alguns:

“Não existe caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.”
(Mahatma Ghandi)

“Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram
todos os segredos, inclusive o da felicidade.” (Charles Chaplin)

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” (Francisco Cândido Xavier - Chico Xavier)

Procuro na utopia … ser feliz

Procuro sonhando
o que não encontro acordado.
Sonho com a vida
que me falta conhecer;
Sonho com as pessoas
que amo em silêncio
e que quero ajudar:
amando!
Sonho com as pessoas
que me ouçam,
me entendam.
É bom sentir-me vivo,
olhando para trás
e vendo
que não posso viver
um novo começo,
mas que posso viver
um novo fim.
Procuro na utopia,
a esperança
de ser feliz,
serenamente …

José Manuel Brazão
22.04.05


Esta vida que é um caminho percorrido por nós com muito erros, muitas distracções e, pior que isso, com invejas, intolerâncias, ódios que não contribuem para a paz e harmonia entre os Homens e, consequentemente, no Universo.
Nesta fase da minha vida resta esforçar-me por conhecer melhor o caminho (Ghandi), tentar descobrir o segredo ( Chaplin) e fazer um novo fim (Chico Xavier) e continuar a conquistar momentos felizes.

Momentos felizes, sim!

José Manuel Brazão


Felicidade não se compra, se vive. A felicidade da alma só vira mercadoria se a necessidade falar mais alto que a própria filosofia de vida.

Viver a alegria de uma felicidade é saber viver o momento presente de maneira intensa e despreocupada.

Viva a felicidade dos momentos porque os altos e baixos sempre batem a porta da nossa vida.

A felicidade nem sempre se encontra em grandes revoluções, e sim, em pequenos gestos: seja ele num lindo sorriso; num confortante abraço de consolo, de carinho, de amor, de saudade; numa conversa amistosa; seja num conselho, num silêncio de um olhar de admiração; o reencontro com uma pessoa distante; num telefonema inesperado.

Desejo que tenha uma vida recheada de felicidade!"
Fique na Paz!!!

Graciele Gessner


Que a estrela não se apague!

O amor é uma estrela
entre as mais brilhantes!

O amor
é um sentimento
para viver
e fortalecer!

O amor
é vida!
Não é teatro,
para haver ensaios!

O amor
não é um lamento,
mas uma convicção
em que fala o coração!

Sem amor
a vida não faz sentido!

Que a estrela não se apague!

José Manuel Brazão

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Amor por onde andas? Isabel e Zé!


Passeio
e sento-me à beira do mar.
Vejo meu corpo
reflectido na água;
um corpo só!

Vagueio
meus pensamentos,
por tanta gente
que conheço,
que eu amo!

Medito
porque vejo meu corpo
reflectido na água;
um corpo só!

Tu:
amor, por onde andas…?

José Manuel Brazão

Hoje apareceu-me de corpo e alma Isabel a minha companheira durante 35 anos, Mãe dos nossos Filhos João, Pedro e Paulo e que será o tal Amor eterno depois de minha Mãe!

Pareço não ter nada e tenho tudo: PÃO e AMOR! José Manuel Brazão


ROSAS AMARELAS, SEMPRE!


Comentário de regina ragazzi 
Nossa Zé... lindo o poema e mais lindo ainda essa sua demonstração de afeto quando você fala de alguém tão especial em sua vida. Sua eterna companheira Isabel. Parabéns amigo.Bjs

O AMOR dá-se...



Gosto de sonhar,
vestido de esperança.

Sonhos belos
que me dão bonança,
sonhos agitados
com turbulência,
que me fazem acordar,
e aprender:
que amigos
são os que merecemos
e que escolhemos:
com amor, dedicação,
carinho e compaixão!

O amor dá-se,
não se empresta…

José Manuel Brazão

Nostalgia em Poesia


Foram tantos
e tantos poemas,
poemas de amor
que te fiz!

Tu e eu
nascemos para a Poesia,
para encantar os outros,
alimentando as suas almas!

Quantas vezes
sofríamos nas nossas Vidas
e a inspiração,
superava tudo isso!

Os poemas que te fiz,
sentidos pela voz do coração,
derramaram amor,
muito amor,
que te comoveram
e davam forças
para sair de ti
Um outro poema,
suave,
expressivo,
emocionante,
iluminando
quem o lesse!

Dos poemas que te fiz,
ficam os sentimentos,
nas palavras
que o Poeta não renega
e guarda em seu coração!

José Manuel Brazão




* Dedico às Poetas minhas parceiras fixas em duplas de poemas: Graciele Gessner, Luciana Silveira, Sandra Freitas *

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Súplica e entrega


Mais uma vez
te suplico calada,
grito emudecida,
que antes de matar-me
olhe bem nos olhos meus
e veja se não são seus, esses
braços que descansam
sossegadamente em minhas teias.

Outra trinca em minhas veias
não sei se posso suportar
então te silencio pela
derradeira vez:
se já tomaste a decisão
de partires meu coração
siga em frente
mas lembre-se,
é você que vive inteiro dentro dele.

Sandra Freitas

[....]

Nunca partiria teu coração
e não precisas de suplicar
em silêncio,
porque nosso amor
está bem vivo!

Sentes meus braços
enlaçados em ti
numa paixão
presente e ardente,
em que nossos corpos
vibram de desejo permanente,
para serenamente,
me sentires dentro de ti!
Entregas-te confiante
e eu viverei
em teu corpo, sempre!

José Manuel Brazão

JOÃO : Rosas amarelas

Rosas amarelas (nunca estaremos sós)!

São as rosas que gostas:
rosas amarelas!
Belas
como o teu olhar,
o teu sorriso.
Belas
como os teus gestos,
as tuas atitudes.
Belas
como o teu amor!
Vejo rosas,
rosas amarelas,
ao meu redor.
O seu aroma
é o teu perfume.
Perfume que não me deixa
e, tu que não me abandonas!


José Manuel Brazão
 (pensando no meu filho João que nasceu em 6.OUT.1972 e partiu
na viagem necessária em 24.AGO.1997).
A Mãe, eu e os irmãos Pedro e Paulo sentiremos sempre a sua presença!


Meus Amigos e Companheiros pela PAZ e AMOR!


Caminho, caminho,
cada vez mais só!
Penso e sinto,
que poucos me restam,
neste plano terreno.
Quero estar sereno,
mas vou conseguir.

O que me anima,
são os poucos,
que valem mais que muitos!

Quando o caminho chegar ao fim,
esperem por mim
ou eu também esperarei por vós
e nesse mundo diferente,
estaremos atentos,
com a alma presente,
naqueles que não perdoam,
não toleram,
não se humilham,
nem sabem,
se gostam de si próprios.

Apenas se arrogam,
se toleram
e se perdoam.

Temos de nos amar,
para os outros:
amar, tolerar e perdoar!

Já não passo sem vós:
Aqui ou Além
vamos em busca
do meu João,
que foi um anjo na Terra!

José Manuel Brazao

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Quem escreve, deve pedir o BEM!




Quem escreve e deseja publicar torna-se logo responsável pelo uso da palavra. 

Como se sabe o uso da palavra é um poder conferido e terá de haver da nossa parte o bom senso, equilibrio e informação necessários à credibilidade do nosso nome e imagem!

Por isso defendo que as nossas mensagens escritas devem conter paz, harmonia e amor para o bem comum do nosso leitor!

Muita transparência  e sensibilidade em todas as circunstâncias e actos da Vida!

José Manuel Brazão