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domingo, 4 de novembro de 2012

Naquelas manhãs


Naquelas manhãs
ouvias a canção
perdias-te em sonho e ilusão
e ficavas vendo eles partirem...

De janela aberta
noutras manhãs voltavas a ouvir,
tua vida embalada
e assim vivias...

Mas um dia foste à janela
nem quiseste acreditar;
o pássaro era eu
e o meu canto eram poemas de amor!

Passaste a amanhecer com o meu canto,
tu sonhavas, sonhavas infinitamente!

José Manuel Brazão


Ana Bailune disse...
Que bonito, José... um poeta se fez pássaro para melhor espalhar seu canto.hospedagem com construtor de sites

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